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Rocas Tech traz Nick Academy para o Brasil e marca um novo momento para a educação gamificada

  • 12 de jun.
  • 2 min de leitura


A Nick Academy chegou oficialmente ao Brasil durante a Bett Brasil 2026. A plataforma educacional gamificada da Nickelodeon desembarca no país por meio da Rocas Tech, sua representante oficial no país, e já reúne globalmente mais de 180 mil estudantes ativos em mais de 1.300 instituições de ensino. Desenvolvida para crianças de 6 a 12 anos, a solução trabalha conteúdos de STEM, programação, inglês, criatividade, raciocínio lógico e resolução de problemas por meio de jornadas gamificadas de aprendizagem.


A chegada da plataforma ao mercado brasileiro responde a um desafio cada vez mais presente dentro das escolas: como manter o interesse e o engajamento dos alunos em uma geração acostumada à velocidade da tecnologia, à interatividade e ao consumo constante de conteúdos digitais.


A chamada Geração Alpha já nasceu inserida em um ambiente conectado. São crianças que aprendem por meio de experiências visuais, jogos, vídeos, participação ativa e múltiplos estímulos ao mesmo tempo.


Nesse cenário, cresce também a necessidade de modelos educacionais que consigam unir tecnologia, desenvolvimento pedagógico e experiências capazes de gerar conexão real com os estudantes.


O crescimento de soluções como a Nick Academy acompanha um movimento global de expansão das edtechs e da busca das escolas por experiências educacionais que consigam equilibrar inovação, propósito pedagógico e engajamento dos alunos.


No Brasil, esse debate se torna ainda mais relevante diante das mudanças no comportamento das novas gerações e da necessidade de aproximar a escola de linguagens que façam sentido para os estudantes de hoje.


Como representante oficial da plataforma no país, a Rocas Tech assume o papel de apoiar instituições de ensino na implementação da Nick Academy e no desenvolvimento de projetos voltados à inovação educacional, gamificação e aprendizagem ativa.


A chegada da plataforma também amplia uma discussão importante para o setor: como criar experiências de aprendizagem que acompanhem a evolução tecnológica sem perder intencionalidade pedagógica, desenvolvimento cognitivo e construção de repertório crítico.



 
 
 
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